Desafio Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Antônio Seabra Moggi

Apresentação

Venha fazer parte dessa história!

O ambiente acadêmico é um terreno fértil para a inovação. Nas universidades e institutos de pesquisa surgem ideias inovadoras com potencial para resultar em grandes conquistas. A Petrobras sabe disso e acompanha, incentiva e colabora com a comunidade brasileira de ciência e tecnologia. A história da companhia está atrelada à história de milhares de pesquisadores de todo o Brasil. Essa sinergia é crescente; e a evolução do Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Antônio Seabra Moggi é uma amostra disso.

Em cinco edições, mais de 2.000 trabalhos foram inscritos; destes, mais de 122 foram premiados. Em cada um destes trabalhos há um pouco da história de um estudante de graduação, mestrado ou doutorado; há também uma dose do esforço do professor orientador. Cada trabalho é ainda um passo na trajetória de uma instituição de pesquisa e pode se tornar também parte do caminho da Petrobras na superação dos desafios tecnológicos em seus negócios. Nessa cadeia, alunos, pesquisadores, universidades e a Petrobras contribuem para que o Brasil se destaque no cenário internacional da indústria de petróleo, gás e energia.

Venha participar do Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Antônio Seabra Moggi e, assim, construir conosco a história da ciência brasileira na área de energia.

Confira aqui os resumos das edições anteriores:


Quem foi Antônio Seabra Moggi

Antônio Seabra Moggi nasceu em 20 de dezembro de 1920 em Turim, na Itália, e mudou-se ainda criança para o Brasil. Formado em Química Industrial pela Escola Nacional de Química, da Universidade do Brasil, e em Engenharia Química pela na Vanderbilt University, no Tennesse (EUA), Moggi entrou em 1947 para o Conselho Nacional de Petróleo (CNP).

Nessa época, o engenheiro atuou como secretário executivo da Comissão de Constituição da Refinaria Nacional de Petróleo, que tinha como objetivo verificar a criação da primeira refinaria moderna no Brasil, a Refinaria de Mataripe. Com a implantação das refinarias no Brasil, ficou cada vez mais evidente a necessidade de se criar uma estrutura de capacitação técnica para a indústria de petróleo do Brasil, capaz de projetar unidades e instalações que pudessem atender às condições específicas do país.

Moggi participou da organização do primeiro curso de refinação de petróleo, que teve início em 1951. Quatro anos mais tarde, o engenheiro foi transferido para a Petrobras, onde se tornou superintendente do Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa de Petróleo (Cenap), responsável por coordenar e executar o programa de formação e aperfeiçoamento de pessoal para a Companhia e realizar estudos e pesquisas científicas da tecnologia do petróleo.

Com a criação do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), em dezembro de 1963, Moggi tornou-se seu primeiro superintendente e foi responsável pela consolidação da pesquisa na Companhia. Em 1980 foi convidado para chefiar o escritório da empresa em Nova York, onde ficou por quatro anos, até ser nomeado vice-presidente da Braspetro, cargo que ocupou até 1987. Moggi aposentou-se como consultor da presidência da empresa e faleceu em 2009, aos 88 anos.


  • Galeria de Fotos

  • Veja as imagens que marcaram as edições anteriores do Prêmio. Você pode ser o próximo a compor nossa galeria!




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